quinta-feira, 24 de abril de 2014
A Matilha, Dominância…e a falta de conhecimento.
domingo, 1 de novembro de 2009
Projecto Amigo do Rottweiler
É com esperança que espero que, a reformulação e continuidade do projecto Amigo do Rottweiler, continue a contribuir para a credibilização da raça Rottweiler, bem como, seja brevemente (a partir de 09/11/2009), também um espaço aberto a todos os admiradores de cães, independentemente da sua raça.
Subscrever este projecto é também ser solidário com os animais abandonados. Serão dadas mais informações, aquando o lançamento do "novo" site www.amigodorottweiler.com.
Vejam o vídeo promocional do novo projecto, clicando Aqui.
Obs. - Não deixe de visitar o meu canal no Youtube. Clique Aqui.
Cumprimentos e até breve,
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O transporte de cães no carro

Quantos de nós não se identificam com o cenário apresentado na foto que abre este artigo?
Embora esta não seja a minha realidade há alguns anos, também já passei por ela. A foto do meu saudoso Panzer e da, ainda companheira, Stuka, comprovam-no.
Quem não reconhece o stress de abrir a mala do carro, onde o cão ou cães transportado(s), freneticamente, raspa(m) e ladra(m) para saír(em)?
Quem não reconhece, a figura dos donos desesperados, gesticulando como se defendessem uma baliza, ao mesmo tempo que, sem sucesso, proferem comandos a um ritmo mais elevado do que uma rajada de metralhadora? Algo do género: Aí, Quieto, Fica, Senta, Deita, Espera, Toma, Lindo espera...ufff.
A juntar aos cenários apresentados deve ser contabilizado o risco (cães e pessoas) de transportar animais soltos num carro.
Numa travagem a 50 km/h, um cão de 25 quilos pode ser projectado com um impacto de 694 quilos.
Fonte: Allianz Seguradora
Não menos importante, a ansiedade e comportamentos indesejados que, na maioria dos casos são despoletados num cão, provocados pelo contacto visual com exterior. Algo que pode ser agravado quando o cão é deixado nestas circunstancias, sozinho no carro, exposto ao mundo que o rodeia. Situação que nem sempre é pacifica devido à provocação dos transeuntes.
No final, existe também a questão da higiene. Primeiro, ainda nos damos ao trabalho de colocar uma manta que, no regresso já vem meia desfeita (com os perigos de serem ingeridas partes da mesma), segundo, acreditamos que depois de uma boa aspiração tudo ficará como dantes (que ingénuos que somos), por fim, acreditamos e aceitamos o facto de que, ter acentos repletos de pelos, com crostas de baba e com um cheiro nauseabundo, faz parte de ter um cão. É verdade, faz. No entanto, não tem que ser sempre assim.
Por motivos de segurança e bem estar de todos os ocupantes do carro, um cão, preferencialmente, deve ser transportado numa caixa própria para o efeito. Normalmente designadas como caixas transportadoras. A caixa deve ser presa e ter espaço suficiente para o cão dar uma volta sobre si próprio e conseguir levantar-se. Desta forma, o cão irá acomodado e calmo. Em caso de acidente, estará mais protegido de qualquer impacto e não será projectado.
Em alternativa, em conjunto com um peitoral, pode ser usado um cinto de segurança para cães. Este cinto, de curto comprimento, tem numa extremidade um mosquetão e na outra, o encaixe para prender na base dos cintos de segurança que se encontram nos acentos. Com pouco espaço de manobra, o cão acaba por se deitar.
Ambas as sugestões de transporte aumentarão a segurança de todos os ocupantes, irão minimizar o stress de cães e pessoas durante a viagem, tendo como bónus no final, poder de forma controlada, colocar a trela no cão. Claro, no que diz respeito á higiene, tudo fica mais simples.
Não, não acreditem que a transportadora é algo de cruel para o cão. Bem pelo contrário, mas essa duvida, dava espaço para outro artigo.
Independentemente, das sugestões atrás mencionadas, a Educação e Obediência é algo que nunca deve ser descurado.
www.amigodorottweiler.com
www.youtube.com/cnogueira
http://twitter.com/amigorottweiler
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Os cães e os brinquedos

Muitos donos de cães, felizmente, não sabem que uma das principais causas de morte dos cães de companhia, são os brinquedos que lhes são colocados à disposição.
Para alem da qualidade de construção duvidosa dos muitos brinquedos que por ai se vendem, os brinquedos por si só, quando não devidamente utilizados, bem como ausentes de uma supervisão no momento da sua utilização, podem ser fatais.
Cães sufocados em bolas e torcidas de corda ou trapo são muito frequentes. A ingestão de objectos plásticos que após serem partidos, tornam-se, para alem dos problemas inerentes, em objectos cortantes, são igualmente uma fonte de problemas que, quando não detectados em tempo útil, podem ser fatais. No entanto, na maior parte dos casos, está implícita uma cirurgia.
Embora possa variar de cão para cão e da forma como o mesmo é integrado em família, a separação pode criar grandes momentos de ansiedade. Esta muitas vezes causada pela insegurança psicológica que o cão sente em ficar sozinho. A sua matilha humana, deixou-o entregue à sua sorte.
Outros cães aprendem que a destruição e o barulho é uma forma, embora que pouco positiva para eles, de chamar atenção dos donos. Assim, tudo o que possa estar ao seu alcance pode ser alvo de destruição ou de uma “brincadeira” desmedida.
Paralelamente, existem os cães que não ligam ou tão pouco tocam em qualquer brinquedo que lhes é deixado. Uma das principais razões para tal, é esses brinquedos já terem sido associados ao acto da separação.
Para alem do perigo iminente que o cão corre com brinquedos deixados à disposição, outro “dano” colateral que causa, é a fraca motivação que terão mais tarde para interagirem com o seu dono com esses brinquedos ou outros similares. Principalmente, fora do ambiente de casa. Este facto faz com que o ensino por motivação e jogo fique dificultado ao máximo.
“O meu cão em casa e no quintal brinca com tudo...Vai buscar as bolas e os brinquedos...Não percebo porque é que agora não liga a nada?!”
Este tipo de comentário é o mais ouvido quando alguém tenta treinar o seu cão fora de casa ou numa escola de treino. Mil e uma desculpas ou justificações ocorrem na cabeça do dono: Os cheiros, Os outros cães, O chão está molhado, Comeu muito de manha, distrai-se com as pessoas, etc, etc.
A causa desta situação está directamente relacionada com os brinquedos deixados á disposição dos cães e a liderança que os mesmos assumem em relação à brincadeira já que, na maior parte das vezes, são eles que a iniciam e terminam a seu belo prazer. Fora de casa, é o momento que tem para se libertarem dos seus donos e da relação inconsequente que tem com os mesmos. Facto que os torna desobedientes e pouco receptivos ao comando de chamada.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Será que os donos conhecem os seus cães?

Os cães e respectivas raças (moldadas pelo homem nos últimos séculos), mesmo quando integrados na nossa sociedade e na sua família humana, continuam a reger o comportamento pelo seu código genético, o qual teve as suas origens no antigo lobo.
Embora muitos cães e muitas raças tenham sofrido, continuem a sofrer e tenham perdido ao longo do tempo as suas características principais, tudo devido ao desvirtuamento aplicado pelo homem na chamada humanização dos cães, um cão, em termos comportamentais, será sempre um cão.
Existem donos de cães que deixam o seu cão dormir na sua cama, pedinchar comida, saltar para cima das pessoas, saírem sistematicamente livres nos passeios, pedirem festas, iniciar brincadeiras, etc. Tal acontece por indisponibilidade/indiferença em relação ao cão ou tão simplesmente porque entendem (por falta de conhecimento) que assim os seus cães são felizes.
No entanto, tudo se complica quando começam a surgir comportamentos que os donos não entendem, mas que querem desesperadamente resolver. São exemplos disso a falta de controlo, o cão que puxa na trela, o cão que destrói a casa na ausência dos donos, o cão que corre atrás da cauda, o cão que ladra insistentemente sem razão aparente, o cão que corre freneticamente em círculos ou ziguezague, o cão que abre buracos, o cão que simula rituais territoriais (urinando, defecando, ladrando, insinuando sinais de agressividade) e muitos outros exemplos que poderiam ser dados.
Sem perceberem (e muitas vezes não querendo perceber) as razões de tais comportamentos, os donos vão pelo caminho “mais fácil” que, não raramente, apenas tem como consequencia o agravamento dos problemas e o infligir de sofrimento no cão. Em relação a este ultimo aspecto que não hajam duvidas:
- Se o cão ladra, coloca-se uma coleira de choque anti-ladrido. Isto se não for cara, caso contrario, talvez uns baldes de agua fria resultem.
- Se o cão causa estragos em casa, a chegada dos donos, trás com ela uma agressão verbal ou mesmo física (esta ultima é a mais usada).
- Se o cão puxa, aplica-se (de forma errada) uma estranguladora ou um colar correctivo (conhecido como colar de bicos)
- Se o cão urinou no chão da casa, os donos esfregam o focinho do cão no chão.
- Se o cão tenta fugir do quintal, prende-se a uma corrente.
- Se um cachorro morde o que não deve, leva uma pancada no focinho
Lamentavelmente, esta lista de métodos errados, poderia ser mais extensa.
Tudo isto acontece porque ao se querer um cão de companhia, a maioria das pessoas, não quer um CÃO quer apenas aquele animal engraçado que dizem ser o fiel amigo do homem.
Muitos donos não conhecem os seus cães e respectivas necessidades, assim como, muitos políticos e respectivas leis impostas no nosso pais, tão pouco lhes reconhecem qualquer direito.
Colocado recentemente na Web por um anónimo, circula um vídeo, alusivo às declarações proferidas no final do ano transacto, pelo actual candidato ao Parlamento Europeu o Sr. Paulo Rangel.
Dado que estamos num pais democrático, onde se apela ao dever cívico do voto, não quero deixar de dar a minha modesta contribuição, para que em consciência, os portugueses saibam o que é um “exemplo de civismo”. Afinal o “exemplo” vem de cima.
Assim, convido a ver o vídeo em causa:
Cláudio M. Nogueira
www.amigodorottweiler.com
www.youtube.com/cnogueira
http://twitter.com/amigorottweiler
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O Conflito

É muito frequente deparar-me com cães, sejam eles cachorros ou adultos, os quais evidenciam algum receio quando brincam com os seus donos. Os primeiros sinais manifestam-se nos gestos bruscos do condutor do cão e na hesitação do próprio cão em agarrar ou manter um brinquedo na boca.
Paralelamente a este facto, existe igualmente a indiferença dos cães aos seus donos, quando libertados da trela. Vale tudo menos ir ter com o dono quando este o chama.
Esta realidade começa a formar-se nas idades mais jovens dos cachorros, altura em que as brincadeiras desmedidas com as mãos, não passam de provocações constantes para o animal. Este responderá da única forma que sabe ou seja, mordendo. Cenário que o dono não permite, acabando por repreender o cachorro com uma palmada (muitas vezes no focinho). Tudo isto está errado.
O resultado, deste “jogo” e respectiva consequência, acabará por gerar um conflito crescente, em que o cão deixará de perceber qual a barreira entre a brincadeira e uma luta na qual terá que se defender.
Igualmente, desde cedo, os donos querem testar a sua supremacia sobre os seus cães, forçando sistematicamente a que os cachorros larguem tudo que tem na boca. Algo que se agrava com a permanência de um cachorro que, livremente, percorre uma casa ou um quintal/jardim. O preço a pagar será alto, quando um dia se queira treinar um cão através da motivação e recorrendo a métodos positivos (Ex: Uso de bolas, churros ou mesmo comida). Na mão do dono, o cão nunca terá confiança ou motivação suficiente para brincar. Também neste caso, o cão deixará de perceber quais os limites da sua liberdade.
Por fim, e como oposto aos cenários anteriores, curiosamente, os donos deixam os seus cachorros crescerem, habituando-os, a passear livres da trela. Situação que os poderá colocar em risco, bem como, incorrectamente, irem incomodar terceiros (sejam outros animais ou pessoas). Procedendo desta forma, livres e sem obediência, os cachorros aprendem a libertar-se não só da trela mas também do dono. Principalmente, quando nestas circunstancias, a bem ou a mal (após longos e longos minutos de desespero) são apanhados e remetidos na base da força para o final do passeio.
Será sempre importante entender os cães, não os ver como humanos nem tão pouco os ter por mero capricho. Não menos importante, ter a humildade suficiente para perceber que, muitas vezes, antes de pensar em treinar um cão, deve pensar em “treinar-se” a si próprio.
Cláudio M. Nogueira
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O Perfil do Rottweiler
O Rottweiler, sem qualquer surpresa, está catalogado como uma raça de trabalho ou de utilidade. A sua estrutura, media grande, acompanhada de uma ossatura e massa muscular fortes, fazem dele um cão possante e relativamente pesado. No entanto, desenganem-se aqueles, que pensam que estamos perante um cão lento e sem agilidade.
A saúde do Rottweiler, globalmente não inspira cuidados de maior, no entanto na sua fase de crescimento, dado ser rápida, deve-se ter particular atenção ao excesso de peso e a uma alimentação adequada. A propensão para a Displasia da Anca e Cotovelo é algo que igualmente merece especial atenção e que por este facto, o respectivo despiste deve ser exigido aos progenitores de qualquer ninhada.
As suas características físicas e psíquicas, exigem uma actividade diária quer através de passeios, quer através do desempenho de algumas funções, como poderá ser um treino devidamente orientado. A ausência e disponibilidade para estas práticas, poderá levar o Rottweiler a impor a sua própria liderança e fonte de entretimento. Se tal acontecer, não será difícil ficarmos perante um cão autoritário, desobediente, destruidor (roer, escavar), barulhento e dono inquestionável do seu território.
Tal facto, não será benéfico para os seus donos nem tão pouco para manter um relacionamento harmonioso com a vizinhança.
O Rottweiler não é uma raça que se dê bem, crescendo sem atenção e orientação, pelo que precisa de ser parte integrante da família humana assim como, conhecer de forma clara, o seu lugar na hierarquia familiar.
Donos, mal informados ou inconscientes, não percebem que esta raça necessita de educação, sociabilização e treino. Com respeito e consistência é uma raça acessível e facilmente treinada para o dia-a-dia. Infelizmente, as leis governamentais de alguns países, inclusive Portugal, bem como algumas companhias de seguros, confundem a irresponsabilidade de alguns proprietários de Rottweilers, com o temperamento de uma grande raça.
Cláudio M. Nogueira
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O Autor do Blog
O meu nome é Cláudio Nogueira, nasci em Portugal, mais concretamente na cidade de Lisboa, no ano de 1968.
Hoje, mais do que nunca, posso afirmar que uma das minhas paixões sãos os cães. Sem dúvida animais de grande nobreza. Animais que nos ensinam o sentido da humildade, da lealdade e da devoção.
Não estando profissionalmente ligado aos cães, não deixo por isso de lhes dedicar a devida atenção, procurando simultaneamente defende-los e conhece-los cada vez melhor.
A escolha do Rottweiler
A raça de cães que elegi como sendo a minha preferida, erradamente apelidada, diria mesmo, catalogada como potencialmente perigosa, é a raça Rottweiler.
Sendo uma raça ancestral, a sua história, a sua origem, não é totalmente clara. No entanto, o Rottweiler está identificado como uma raça de cães alemã, a qual foi desenvolvida na localidade de Rottweil (sul da Alemanha). Esta zona esteve nos caminhos do Império Romano, facto que leva a especular, que o cruzamento de cães pertencentes às legiões romanas com cães locais terá dado início ao apuramento do Rottweiler. Esta última versão é ainda hoje muito contestada pelos alemães.
O “mistério” em torno das origens do Rottweiler aliado ao facto do seu nome estar associado a um conjunto de características que o tornavam polivalente, despoletou em mim grande curiosidade. Quando, admirei através de vídeos algumas das suas capacidades funcionais e tive a oportunidade de interagir directamente com a raça, imediatamente, não hesitei. Escolhi, sem qualquer arrependimento, o Rottweiler.
A ingenuidade e a inexperiência
O cenário em Portugal de escassa informação, informação duvidosa e interesses financeiros em torno do Rottweiler, ciclo contínuo e viciado, trouxe-me no passado, como proprietário de um Rottweiler, um conjunto de dificuldades no relacionamento com o cão e com a sua integração em sociedade. Este ultimo aspecto, pelo menos na sua forma, não era coincidente com os pareceres e opiniões de criadores ou profissionais ligados à raça, oriundos de países como Alemanha, Áustria, Estados Unidos da América, os quais, através de e-mail ou literatura de sua autoria, previamente consultei.
Não convencido ou tão pouco conformado com as dificuldades encontradas, procurei conhecimento e apoio fora do círculo de interesses duvidosos, existentes em torno do Rottweiler. Algo que veio a concretizar-se, abrindo novos horizontes e novas realidades sobre a minha perspectiva daquilo que era ser dono de um cão. Este facto, paulatinamente, acabou por me conduzir a percurso no mundo dos cães, um pouco mais para além do “simples” dono de um cão.
A criação e o Afixo Quinta do Negrelho
Num jovem, mas sério percurso na criação da raça Rottweiler, sob o Afixo Quinta do Negrelho, o meu lema foi, e será sempre, não beneficiar exclusivamente o Rottweiler em termos morfológicos ou características temperamentais, mas sim procurar cumprir com aquilo que é pedido pelo estalão da raça.
Resultantes desta postura de criação, onde o equilíbrio foi sempre procurado, destacam-se:
Arty da Quinta do Negrelho
Morfologia: Classificações de Bom e Muito Bom – BH: Apto - Trabalho: RCI III
Baly da Quinta do Negrelho
Morfologia: Classificações de Muito Bom e Excelente – BH: Apto - Trabalho: RCI III
Benji da Quinta do Negrelho
Morfologia: Classificações de Muito Bom – BH: Apto
O Afixo Quinta do Negrelho em Fevereiro de 2009 era o único afixo português com dois cães com Grau III de RCI, três participações na Taça de Portugal de RCI e uma participação no Campeonato do mundo de Rottweilers de trabalho (IFR). Esta última tratou-se da primeira vez que Portugal se fez representar.
A promoção do Rottweiler como cão de trabalho
A experiência que adquiri, nos últimos anos, com o contributo nacional e internacional, permitiram um conhecimento aprofundado em treino de cães. Nesta área acompanhei e formei diversos cães, dinamizando em Portugal a presença de Rottweilers em provas de BH (Cão de companhia) e provas de RCI (trabalho). Na vertente de trabalho fui membro da sub comissão de cães de utilidade para o RCI do Clube Português de Canicultura.
A dedicação ao Rottweiler
A minha dedicação à raça Rottweiler e aos cães em geral levaram-me a ser responsável por inúmeras acções de sensibilização junto da opinião pública, muitas vezes, com a cobertura dos órgãos de comunicação social (TV, Rádio, Imprensa escrita). Igualmente colaborei com as revistas de canicultura portuguesas Cães & Companhia e Os Nossos Cães onde publiquei artigos de minha autoria sobre a raça Rottweiler e provas de Cão de Companhia. Ainda no âmbito da raça Rottweiler, fundei Associação Amigo do Rottweiler.
Assim se passaram 9 anos.
Na Actualidade
Actualmente, dedico-me a acções de formação e sensibilização, tentando juntos dos proprietários de cães (independentemente da sua raça), garantir uma melhor integração dos seus cães em sociedade e no seio familiar.
Mais informações sobre o meu trabalho e sobre o projecto Amigo do Rottweiler, podem ser consultados em:
www.amigodorottweiler.com
www.youtube.com/cnogueira
Cumprimentos
Cláudio Nogueira

